quarta-feira, 12 de julho de 2017

Marcadores do ano 2016/17 (última atualização)

Publicamos, hoje, os últimos marcadores deste ano. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2016/17, ver todos os que foram feitos durante este ano.



terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ladino" - Comentário

No sétimo ano (turmas E e F), foi estudo o conto de Miguel Torga, "Ladino". Um das tarefas propostas foi a da elaboração de um comentário (orientado).
Publicamos um dos trabalhos.

 A vida de Ladino  
   Este conto refere-se a um pássaro que se chama Ladino, e o autor é Miguel Torga. Ladino  desenrascava-se muito bem sozinho, era preguiçoso e muito manhoso. 
   
O pássaro sabia onde encontrar comida para os filhos de Cacilda e não lhe dizia, não a ajudava . O Ladino não revelava a Cacilda onde encontrar comida, porque tinha medo que a comida não chegasse para ele... Era muito esperto. Ele não se importava com ninguém, só pensava nele e só nele ! 
     Ladino podia ter dificuldades mas era sempre corajoso. Quando o pardal aprendeu a voar quase foi preciso um paraquedas e diziam- lhe para abrir as asas e para não ter medo. E como sempre Ladino conseguiu e não caiu. 
      A mensagem que este conto me deixa é que em primeiro lugar estamos nós e só depois os outros. 
Margarida Andrade

"Chaves na mão, melena desgrenhada" - Comentário crítico

No trabalho desenvolvido durante o estudo do texto poético, no oitavo ano (turmas A e B), uma das tarefas pedidas em sala de aula foi a do comentário crítico (orientado).
Publicamos o comentário de uma das alunas a propósito do soneto de Nicolau Tolentino, "Chaves na mão, melena desgrenhada".

 
O poema “Chaves na mão, melena desgrenhada”, narra um episódio entre uma mãe e a sua filha que falam uma com a outra sobre o desaparecimento de um colchão. A mãe ordena à filha ou à criada que coloquem o colchão no sítio e a filha responde-lhe com uma voz doce e com grande ironia, pois ela tinha o colchão no seu penteado. Esta ironia parece estranha à mãe, que se lança para a cara e para o penteado da filha, descobrindo o colchão.
  A expressividade da linguagem deste poema permite que a pessoa que o vai ler perceba melhor a ideia e que essa se torne mais real.
  O sujeito poético utiliza a ironia nas falas da filha para que haja uma ridicularização daquela ideia, e, o facto de a rapariga usar um colchão no toucado provoca o riso.

  O tema deste poema é uma crítica social à moda e o ponto de vista adotado por este poema foi o satírico, porque na realidade ninguém consegue colocar um colchão no toucado.
Beatriz Leitão

Retratos com histórias

Uma das propostas de escritas nas turmas do oitavo ano (A e B) foi escrever um breve retrato de alguém, salientando uma característica, à maneira de um excerto ("Silvino") de Mário Zambujal, na Crónica dos Bons Malandros. Esta proposta consta do manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 140.

Publicamos o trabalho de uma das alunas.

Diana, a medrosa

 
Num dia em que houve greve na escola, a Diana foi passar o dia a casa da avó de uma amiga.
  A seguir o almoço, a Diana, a amiga e a avó da amiga, foram andar a pé na ciclovia até à Praia do Areal.
  No caminho de regresso, passaram ao pé de uns armazéns em ruínas e entraram lá dentro. Passado algum tempo, quando iam a sair, viram uma cobra preta com mais de um metro de comprimento e a Diana começou logo a gritar e a chorar.
  A avó da sua amiga pegou numa cana verde e matou a cobra que ficou esticada no meio do chão. Enquanto isso, a Diana e a sua amiga voltaram atrás para fugirem da cobra.
  “E se a cobra vier ter connosco!? E se ela me fizer mal!?” – perguntava a Diana a chorar.
  O grito da Diana foi tão alto que até se ouviu num bairro lá próximo.
  A cobra já estava morta, por isso, saíram daquele sítio e deslocaram-se de novo até à ciclovia.
  Na ciclovia, a Diana sentou-se no chão, tentando-se acalmar com a ajuda da amiga.
  Foi um susto muito grande, mas já tinha passado!
Beatriz Leitão