segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"Ler, lazer e aprender" / 2015/16 - Balanço

À semelhança do que tem sido feito em anos anteriores, no final das atividades letivas, foi disponibilizado um inquérito a fim de se proceder ao levantamento dos dados referentes à consecução do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender", no Agrupamento
Preencheram o inquérito os professores responsáveis pela implementação do projeto nas várias turmas: professora Ana Lúcia Mota, professora Helena Araújo, professor João Ferreira, professora Rosalina Simão Nunes e professora Sandra Barbosa.

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

  • Turmas envolvidas


Estiveram envolvidas 17 turmas do 3º ciclo. 










  • Livros lidos
Em 3 turmas foram lidos mais de 80 livros. 
Em 5 turmas foram lidos entre 51 a 80 livros.
Em 6 turmas foram lidos entre 31 a 50 livros.
em 3 turmas foram lidos entre 1 a 30 livros.

  • Tempo usado para a leitura silenciosa
Em 8 turmas foram usadas mais de 20 horas. 
Em 2 turmas foram usadas entre 16 a  20 horas.
Em 7 turmas foram usadas entre 8 a  15 horas.

  •  Disciplinas envolvidas
Estiveram envolvidas na consecução do projeto  13 disciplinas; português, inglês, francês, espanhol, história, geografia, matemática, físico-químicas, ciências naturais, música, educação tecnológica, DPS e educação visual.
  •  Outras atividades
Além da atividade que sustenta o projeto, quinze minutos diários de leitura silenciosa e autónoma, todos os professores assinalaram que foram feitas apresentações das leituras. Dois professores assinalaram terem sido feitos marcadores e passaportes da leitura. Um professor assinalou terem sido feitas cronologias da leitura.



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Motivação para o estudo do texto poético

Após a atividade de motivação ao estudo do texto poético estar concluída (8A e (8B), pediu-se que os alunos refletissem sobre as várias tarefas.
Publicamos alguns dos textos:

Vou dar a minha opinião sobre a Atividade – Motivação para o estudo do texto poético.
Nas aulas de português, vimos um vídeo de um projeto chamado “ A poesia não tem grades”, onde várias pessoas que estão presas falam sobre a poesia. Também lemos uma entrevista feita a Manuel António Pina, e a propósito dessa entrevista, a professora pediu-nos que pensássemos numa palavra de que gostássemos mais e fizéssemos um poema com ela, isto porque António Manuel Pina fala da importâncias das palavras.
No vídeo do projeto “A poesia não tem grades”, os presos falam de como começaram a gostar mais da poesia e leem mais do que se estivessem em liberdade.  Eu acho que este projeto serve mesmo para isso, o que é uma ótima ideia!
Na entrevista, Manuel António Pina partilha algumas ideias como, por exemplo: acha que se escreve mais com palavras do que com ideias, a regra da poesia é não haver regras senão a de cada um, porque cada pessoa interpreta o poema conforme o que sente no momento e que a partir de uma palavra se pode fazer um poema.
Eu acho que a ideia de nós termos de pensar numa palavra de que gostamos e fazer um poema com ela é muito engraçada e faz com que nós tenhamos ideias diferentes e tenhamos de pensar.

Concluindo, acho que esta atividade me motivou um pouco mais e eu gostei, porque aprendi algumas coisas e aproximei-me mais da poesia. De 1 a 10, em que 1 é muito má e 10 é muito boa, avalio a atividade com 9.
Beatriz Leitão

(Em construção...)

Desafios ortográficos | 2016/17 - Resultados

Publicamos os resultados da 4ª semana:


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Desafios ortográficos | 2016/17 - Resultados

Publicamos os resultados da 3ª semana:


Viagens reais ou fictícias

No teste diagnóstico do 8º ano, pedia-se que os alunos contassem uma viagem real ou fictícia. 

Viagem ao cérebro de um macaco 

Numa semana das férias de verão, eu e uma amiga decidimos viajar ao cérebro de um macaco que vimos no Jardim Zoológico, quando éramos mais novas. 
No dia anterior à viagem, preparei uma mochila onde coloquei: uns óculos de visão noturna, pois podia estar escuro, o meu telemóvel para poder tirar algumas fotografias, uma corda que poderia dar jeito, entre outras coisas.
De manhã, quando acordei, fui-me despachar, peguei na minha bicicleta e fui até ao Jardim Zoológico encontrar-me com a minha amiga. Ela já lá estava à minha espera. Pagámos o bilhete, entrámos e fomos diretamente à cela dos macacos. Vimos o tal macaco e enfiámo-nos pela orelha direita. Quando chegámos ao cérebro, vimos muitas gavetas fechadas e várias televisões que mostravam o que o macaco estava a ver e o que ele queria (bananas!!!!). 
Eu e a minha amiga divertimo-nos muito e aprendemos várias coisas divertidas. No fim, saímos pela orelha esquerda, visitámos o Jardim Zoológico e fomos para casa.
Beatriz Leitão (8B)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Desafios ortográficos | 2016/17

Iniciou já a atividade "Desafios ortográficos", desenvolvida no âmbito do Projeto "A Hora das Palavras". Trata-se de uma atividade que tem a sua inspiração no programa matinal da RTP "Bom Português" e que tem sido desenvolvida no Agrupamento desde o ano letivo de 2011/12. 
Para mais informações clicar aqui.
Os alunos responsáveis pela dinamização da atividade são do 7E e 7F.

Publicamos, de seguida, os resultados das duas primeiras semanas.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Poemas visuais - 2015/16

Aquando  do estudo do texto poético no sétimo ano (7A e 7B),  procurando  sensibilizar para a importância da forma e, simultaneamente, trabalhando o caráter lúdico, propusemos, novamente, a construção de poemas visuais, tal como já temos feito noutros anos. Assim, e após a visualização de vários poemas visuais, fizemos um wordstorming com a participação de todos os alunos das turmas a fim de ser escolhido um tema. No caso do 7º B, a palavras que resultou dessa atividade foi: circo. No 7º A, a palavra final foi: facebook.

Deixamos aqui alguns dos trabalhos:

7A - Tema: Facebook





















 Marta Domingues (7A)























7B - Tema: Circo


 Beatriz Leitão (7B)
 Emília Silva (7B)
 Filipa Emídio (7B)
 Guilherme Fonseca (7B)


quinta-feira, 9 de junho de 2016

4º Concurso de Palavras Cruzadas | DiNotícias

No início do 3º Período, realizou-se, nas aulas de português, a Prova  para o 4º Concurso de Palavras Cruzadas - DiNotícias.
Estiveram envolvidas 58 equipas de dois a quatro elementos, num total de 211 alunos do 3º ciclo do Agrupamento. 
A Prova consiste na resolução de um exercício de palavras cruzadas feito, tendo por base, essencialmente, a primeira edição do DiNotícias publicado no presente ano letivo (fevereiro/2016).
Trata-se de uma iniciativa que vai já na 4º edição e tem tido aceitação por parte dos alunos. 
Assim, de uma forma lúdica, além de se desenvolver a competência da compreensão, promove-se a leitura do jornal escolar.

Pelo Regulamento, é premiada a primeira equipa de cada um dos anos do 3º Ciclo: 7º, 8º e 9º Anos.
PREMIADOS
  • 7º ano | 1º Lugar - Equipa formada por: Beatriz Ferreira, Beatriz Leitão, Emília Silva e Filipa Emídio do 7ºB;
  • 8º ano | 1º Lugar - Equipa formada por: Margarida Fernandes, Daniela Vitorino, Inês Fonseca e Lara Marques do 8ºF;
  • 9º ano | 1º Lugar - Equipa formada por: Inês Gomes, Jessica Oliveira, João Lopes e Mariana Ribeiro do 9ºA.
Todos os participantes recebem um certificado de participação (marcador) e os elementos de cada uma das equipas premiadas recebe um livro.
Aproveitamos para agradecer a colaboração da professora Elisabete Delgado na criação do cartaz e certificados de participação.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Consílio dos deuses - Texto expositivo

Partindo da leitura do episódio O Consílio dos deuses, pediu-se aos alunos que fizessem um texto expositivo. Tratou-se de uma atividade orientada.
Publicamos alguns dos produtos finais.


O episódio que é relatado é o consílio dos Deuses e realizou-se porque Júpiter quis anunciar que os portugueses iam chegar a Índia.
Neste consílio, há duas personagens que defendem pontos de vista diferentes, uma defende a chegada dos portugueses à Índia, e quem os defende é Vénus e a personagem que está contra é Baco que não quer que os portugueses lá cheguem, Vénus defende os portugueses porque gosta dos romanos e os portugueses são descendentes deles e vai passar a ser adorada na Índia se eles lá chegarem e Baco pelo motivo contrário que não quer que lá cheguem porque será esquecido.
Este Consílio foi importante porque definiu a história dos portugueses e a sua grande glória por terem sido os primeiros a descobrirem novas terras.
Luís Silva 9B

O consílio dos deuses realizou-se para os deuses decidirem qual o destino dos portugueses.
Baco era contra porque temia ver esquecidos os seus feitos no oriente, mas Vénus estava a favor de que os portugueses que deviam chegar a Índia visto que ela comparava os portugueses com os romanos por serem guerreiros e terem sangue lusitano.
No decorrer da conversa, Marte diz estar do lado de Vénus mas não se sabe se é por ter uma “paixoneta” por Vénus ou porque ele era o deus da guerra.
Este episódio era importante para a glorificação e engrandecimento dos portugueses porque se os deuses não ajudassem os portugueses os portugueses não iriam chegar a Índia e também não haveria Os Lusíadas para contar os feitos de Portugal. 
Rafaela Martins 9B


sábado, 14 de maio de 2016

Marcadores (2015/16) - 5

Publicamos, hoje mais marcadores. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já foram feitos neste ano.
  • do 7A, Catarina Sampaio e Leonor Santos.
  • do 7B, Beatriz Ferreira, Beatriz Leitão e Filipa Emídio.





quinta-feira, 12 de maio de 2016

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A Estrela, de Virgílio Ferreira - Continuação

No quarto teste escrito do 7A e 7B, no Grupo IV (Escrita) pedia-se que os alunos continuassem o texto B. Este era um excerto do conto "A Estrela" de Virgílio Ferreira e que terminava da seguinte forma: “Subiu devagar, que aquilo tremia muito, e empoleirou-se por fim nos ferros cruzados dos quatro ventos.”

A Beatriz Leitão do 7ºB continuou a história da seguinte forma:

 O Pedro ficou contente, pois a estrela estava mesmo à frente dele e parecia estar a sorrir-lhe. Ele esticou-se e ficou em bicos de pés, até que conseguiu tocar na estrela de que ele tanto gostava.  A estrela encolheu-se nas mãos do miúdo e disse-lhe:
   - Obrigada por vires ter comigo, mas agora desce daí porque te podes magoar.
Passado um bocadinho, o Pedro já estava de novo em frente da torre.
   - Não imaginava que conseguias falar! Como é que te sentes quando estás no céu? – perguntou o Pedro ao mesmo tempo que reparava em todos os pormenores daquela maravilhosa estrela. A estrela pensou um pouco e depois respondeu:
   - Eu sou uma estrela e essa é a minha vida, por isso já estou habituada.
   O Pedro ficou a ouvir todas as histórias que a estrela lhe contou. No fim daquela longa conversa, muito interessante, a estrela começou a brilhar muito e o Pedro perguntou:
   - Porque é que estás a brilhar tanto?
   A estrela respondeu-lhe:
   - Temos de nos despedir, se não me largares eu desapareço para sempre.
   O Pedro, um pouco assustado, despediu-se da estrela, largou-a e ficou a vê-la a ir embora.
   O sol estava quase a nascer, e, por isso, o Pedro voltou para casa e todos os dias à noite via a estrela no céu.
Beatriz Leitão (7B)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Dia Mundial do Livro - Pensamentos soltos sobre o livro

No âmbito da comemoração d'O Dia Mundial do Livro, comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril o Departamento de Português do AEDLV está a  dinamizar várias atividades ao longo da semana para assinalar esta efeméride.

Em reunião de Departamento, ficou decidido que cada professor junto das suas turmas iria dinamizar uma das seguintes atividades (ou várias...): 
  • Capa do Livro imaginário; 
  • Partilha de leituras; 
  • "Em busca dos livros do PNL"; 
  • Livro de Primavera: construção de um livro da turma com histórias e/ou poemas;  
  • Pensamentos soltos sobre o livro e/ou leitura; 
  • Bookcrossing.
Nas turmas A e B do sétimo e nono anos, optou-se pela atividade Pensamentos soltos sobre o livro com uma pequena adaptação já que o registo físico não foi feito pela afixação dos pensamentos através da escrita. Decidiu-se pelo registo áudio de uma "conversa" em sala de aula.

Publicamos de seguida os áudios.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

"Ladino" - Comentário

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de "Ladinode Miguel Torga. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu--se que os alunos fizessem um comentário orientado, seguindo uma proposta do próprio manual utilizado. 
Publicamos alguns dos comentários:


Ladino, o Pardal Manhoso
O texto que eu vou comentar é de um pardal que se chama Ladino.
A descrição psicológica de Ladino é o pardal ser muito manhoso. As outras personagens não gostavam de Ladino, porque era um pardal muito manhoso e só sabia fazer partidas. As personagens ficavam irritadas com a maneira de ser de Ladino.
Ladino foi o “único” da sua espécie a sobreviver, pois quando era pequeno ficava dentro do ninho a dormir enquanto os outros iam voar.
A mensagem deixada pelo conto é que às vezes as pessoas manhosas podem durar muito mais tempo. Ou então menos tempo... O Ladino durou mais...
Filipa Emídio (7B)

   
O texto que vou comentar chama-se “Ladino” e é um texto interessante e engraçado.
Ladino é um pássaro que não queria sair do seu ninho, porque achava que estava lá bem. Este pássaro era muito manhoso e solteiro. Andava com todas, novas, velhas, casadas ou até solteiras, mas nunca assumia o seu papel de pai.
Ele era um pardal grande, matulão e feio. Era também muito egoísta, malandro e não se importava com nada nem ninguém como se ele fosse o único naquele mundo.
Quando alguém precisava de ajuda, ele não ajudava e, por isso, ninguém gostava dele. Tinha estratégias para sobreviver às dificuldades e uma delas era defender-se bem dos obstáculos da sua vida.
A mensagem deixada por este conto é mostrar às pessoas que não devem ser como este pardal, porque, no futuro, podem ficar sem ninguém devido ao comportamento egoísta e manhoso.
Beatriz Leitão (7B)

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O Cavaleiro da Dinamarca - comentários

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia Mello Breyner. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu-se que os alunos fizessem um comentário orientado. 

Publicamos, de seguida, alguns desses comentários:

A história do cavaleiro da Dinamarca começa na Dinamarca, no dia de Natal, em que a personagem principal, o cavaleiro, diz à família que vai em peregrinação a Jerusalém e que voltará não no próximo, mas no Natal seguinte e esta história fala da viagem do cavaleiro nesses dois Natais.
O cavaleiro era bastante corajoso, pois viajara por várias cidades, sempre sem esquecer a sua promessa. Era fiel, confiante e também muito curioso, principalmente acerca de histórias, como, por exemplo, a história de Giotto e a de Vanina, a menina que era obrigada a casar com um velho, enquanto amava outro homem Guidobaldo e que fugiu com ele.
Finalmente, o cavaleiro, já de regresso, seguiu para o porto de Génova para ir para casa, quando lá chegou, apercebeu-se de que o barco já tinha partido, mas o cavaleiro não queria quebrar a sua promessa, então, seguiu a pé.
Eu gostaria de participar numa aventura como esta, pois, como o cavaleiro, eu ia aprender muito. O narrador desta história não participa nesta. A descrição de  que eu mais gostei foi a de Veneza, pela beleza desta e a narração de que eu mais gostei foi a das histórias, porque as histórias contam verdades.
 Beatriz Guerra (7A) 

Esta história inicia-se na época natalícia e acabará noutro Natal dois anos depois. A personagem principal, o Cavaleiro da Dinamarca, na noite de Natal, anuncia à sua família que vai fazer uma peregrinação à terra santa, Jerusalém, porque gostava de passar o Natal na gruta onde Cristo nascera e onde rezaram os pastores, os Reis magos e os anjos.
O Cavaleiro era um homem muito decidido a fazer aquela peregrinação que, por sua vez, era muito difícil devido a naquele tempo as viagens serem muito difíceis, longas e perigosas, e definitivamente ir da Dinamarca à Palestina era uma tremenda aventura, o que fazia sobressair duas das características que se destacavam no Cavaleiro que eram o "faro" para aventuras e a coragem.
Durante a longa viagem do cavaleiro, são contadas várias histórias pelas pessoas que o cavaleiro ia conhecendo, como, por exemplo, a de Vanina e a de Pêro Dias. Aquela de que pessoalmente mais gostei foi a de Pêro Dias que fala de um navegador na época dos descobrimentos que numa ilha desconhecida tenta fazer contacto com um negro e que acaba trespassado por uma espada tal como o negro.
No final da sua viagem o Cavaleiro encontra-se perdido na floresta da Dinamarca. Quando ele estava prestes a desistir viu uma árvore iluminada, mas não era uma árvore qualquer era a árvore da sua casa iluminada por anjos. Graças a esse "milagre" o Cavaleiro pôde voltar a casa são e salvo na noite de Natal.
Esta é uma história de uma viagem emocionante que qualquer um gostaria de fazer, incluindo eu, porque pode trazer muita cultura e mudar a vida de alguém.
Nesta história os narradores são participativos e não participativos. 
Pedro Pires (7B)

Marcadores (2015/16) - 4

Publicamos, hoje mais marcadores. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.

  • do 7A, Sofia Oliveira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 2|3

Publicamos, hoje mais marcadores. Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.


  • do 7A, Marta Domingues, Beatriz Ribeiro  e Camila Pereira.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os primeiros marcadores do ano (2015/16)


Propusemos  a atividade de construção de marcadores de acordo com os livros que vão lendo, no início do 2º Período.  É uma atividade que sugerimos no 7º Ano e costuma ter adesão por parte dos alunos. Trata-se de uma atividade decorrente do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 


Ao contrário do ano passado, foi rápida a adesão à proposta da atividade. Ao fim de duas semanas apenas, já há marcadores. A Beatriz Leitão e o Daniel Silva do 7B foram os primeiros a apresentar os seus marcadores. Esperamos pelos restantes.


  • do 7ºB, Beatriz Leitão e Daniel Silva.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Máquina de fazer frases

Na quarta oficina de escrita, pediu-se aos alunos (7ºA e 7ºB) que construíssem um conto, usando uma "Máquina de fazer frases". 
Publicamos alguns dos textos.


Um Natal muito feliz!
Na sala da Dona Esmeralda um relógio de cuco esmagou uma porta carunchosa e nem pediu perdão. No entanto, como se aproximava a Época de Natal da qual o relógio gostava tanto, não quis ficar de costas voltadas à sua melhor amiga, a porta carunchosa.
Era época de muita alegria e agitação na casa da Dona Esmeralda, então, o relógio teve uma grande ideia para pedir desculpa à sua carinhosa amiga. Reuniu todas as mobílias para organizar o grande plano:
- Meus amigos, e até mesmo família, eu e a minha amiga porta carunchosa tivemos uma grande discussão, e, por isso, nestas vésperas de Natal, quero fazer-lhe um pedido de desculpas muito caloroso. O plano é: vamos pôr uma carta a dizer que este ano não vamos poder passar o Natal junto dela. Mas, na noite de Natal, vamos apagar as luzes da árvore de Natal e da sala, escondemo-nos e, depois, em coro, vamos dizer Desculpa! Por isso, conto com a vossa ajuda!
-É uma boa ideia. - Disse o sofá.
Então, assim foi, pediram desculpas e passaram um dos melhores Natais que o relógio Cuco tinha vivido.
Catarina Sampaio (7A)

O Oceano dos dois atuns
         No meio do oceano Atlântico, um atum cansado pintou uma carta de amor com infinita paciência.
            Os outros atuns que estavam espantados por o seu amigo estar a fazer alguma coisa até acharam estranho e começaram aos pulos dentro de água.
            Eu estava ao lado de um tubarão que não parava de rir aos altos berros e decidi ir ter com o atum para ver o que ele estava a fazer.
            O atum, quando me viu, sorriu e abanou a cabeça com tanta força que ia quase saindo fora da água, até que eu lhe disse:
            -Para com isso, ainda te salta a cabeça!
            Ele parou e respondeu:
            -Não sai nada, está bem presa, não te preocupes.
            O tubarão, cada vez se ria mais, e eu já estava a ficar um bocadinho farta porque ele fazia muito barulho.
            Passados alguns minutos, o atum foi ter com um atum-fêmea e deu-lhe um envelope com um coração cor-de-rosa brilhante.
            Toda a gente ficou espantada.
            O atum-fêmea abriu o envelope e lá dentro estava uma carta de amor,
            Todos os peixes daquele oceano ficaram alegres e o oceano passou-se a chamar “Oceano dos dois atuns”.
Beatriz Leitão (7B)

A velhota
    Na praia, ao nascer do sol, um pirata cego devorou uma livro de receitas, e desatou a fugir. Ninguém percebeu o porquê de um pirata ter roubado um livro de receitas a uma velhota, devorá-lo e fugir.
    A velhota era meio cega, meio surda, meio careca, mas corria e andava muito depressa, como se tivesse 30 anos, todos admiravam isso nela e pensavam como é uma velhota de 80 anos andava tão depressa e sem ajuda de bengala.
    -Desculpem, esqueci-me de me apresentar, eu sou a Camila, e estou a contar-vos esta história. Continuando:
    Uma senhora disse-lhe:
    -Então, Maria Fernanda, não vai fazer queixa!?
    -Queixa do quê? - Perguntava a velhota confusa.
    -Então, um pirata rouba-lhe um livro e devora-o e não quer fazer nada?
    -Está a falar do quê?
    -Do que acabou de acontecer - dizia a senhora a ficar também confusa.
    -A velhota, quero dizer, hum... Maria Fernanda era mesmo cega, e então não sabia do que estava a senhora a falar!- Disse eu (o narrador).
    -Está a chamar cega a quem?- disse a Maria Fernanda.
    -Você foi roubada sem se aperceber!- disse eu.
    Então, a velhota desatou a correr rapidamente a tentar recuperar o seu livro.
Camila Pereira (7A)

As raparigas fugitivas
No fim de uma rua deserta, um grupo de amigas pintou uma porta carunchosa sem ajuda de ninguém. Passados alguns minutos, apareceu um guarda ao pé das amigas, e elas, com medo, começaram a correr, só que o guarda conseguiu apanhá-las e levou-as para a esquadra, e quem é que as amigas viram ? Uma vaca esfomeada a devorar um professor distraído com cara de poucos amigos e a vaca, assim que as viu, desatou a fugir com o professor na boca.
O guarda começou a correr para apanhar a vaca só que a vaca deu uma patada a um guarda que caiu no chão aos gritos, as amigas fugiram e foram para ao pé da porta e continuaram a pintar, fizeram tudo o que queriam, e desenharam uma vaca a correr com o professor na boca e um guarda no chão a gritar.
No outro dia, as amigas voltaram ao mesmo sítio, e num poste estava uma fotografia de três raparigas e dizia:
“Procura-se. Quem as encontrar é favor telefonar.”
Quando elas olharam bem para a fotografia e viram que eram elas começaram a fugir. E nunca mais apareceram naquela aldeia. 
Filipa Emídio (7B)


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O que pensamos sobre "A Aia"

Após o estudo do conto "A Aia" de Eça Queirós, os alunos tiveram oportunidade de fazer um comentário.

Publicamos, para já, o comentário da Carolina Fontes do 9ºA.

O conto de Eça de Queirós, “A Aia” , conta-nos a história de uma senhora que tomava conta do seu filho e do filho da rainha num castelo. Mas, um dia, o tio do príncipe quis roubar o herdeiro do trono para ser ele o novo rei, no entanto, a aia não deixou. Trocou os dois bebés e o tio rude levou o filho da aia por engano. A aia, desolada por ter perdido o seu filho, por fim, matou-se para que pudesse estar com ele na outra vida.

No geral, gostei do conto, está bem estruturado, tem uma linguagem simples e acho que a mexe com os sentimentos dos leitores.
Foi uma ato de muita lealdade que a aia teve para com a rainha e reino, pois preferiu perder o seu filho, a deixar que matassem o príncipe. Teve de ter muita coragem para ter essa atitude, pois custa-me imaginar o sofrimento de uma mão que perde o filho!...
Por outro lado, não sei se a atitude da aia foi a mais correta. Eu, no seu lugar, talvez não o fizesse. Um filho é sempre um filho e, na minha opinião, devemos proteger, cuidar, defender… o nosso filho.
No final, a aia demonstrou o seu amor pelo filho ao decidir ir ter com ele, acabando mesmo com a sua própria vida.
Trata-se uma história dramática com muita mistura de sentimentos que nos faz pensar que atitude iríamos ter, no tal momento, em que nem temos tempo suficiente para pensar nas consequências…
Carolina Fontes (9A)


[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os verdadeiros amigos

Na terceira oficina de escrita do 9º Ano (turmas A e B), pedia-se que os alunos, partindo de uma frase de Confúcio sobre a amizade, apresentassem o seu ponto de vista, recorrendo, no mínimo a dois argumentos que deveriam ser devidamente exemplificados.


 Segundo Confúcio, ‘’Para conhecermos melhor os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso verificamos a quantidade e na desgraça a qualidade’’. Concordo com esta afirmação, pois há amigos que nos apoiam no sucesso mas, na desgraça, só os verdadeiros amigos estão lá para nos apoiar.
Há vários tipos de amigos: os que estão connosco para o bem ou para o mal, mas aqueles que ficam connosco em ambas as situações, esses são aqueles que devemos guardar para o resto da vida e não aqueles que estão só quando lhes convém.
Nas situações mais difíceis de vida, seja o que for, nessas alturas, vemos quem são os poucos amigos com quem podemos contar. Por exemplo, a minha avó está doente e eu tenho vários amigos, porém só contei esse acontecimento a um, o único em quem posso confiar!
Como podemos descobrir os amigos verdadeiros? Não é fácil, mas também não é difícil saber! Há algumas formas para saber isso: - No bem e no mal, quem fica contigo?- Quem se preocupa contigo, seja em que situação for? - Quem te apoia sempre, em tudo? Essa pessoa em que estás a pensar é um amigo verdadeiro, se ela está disposta a permanecer ao teu lado e ajudar-te no bem e no mal, então guarda-a para sempre!

Maria Arsénio (9B)

Confúcio disse, e com razão, que para conhecermos as pessoas que nos rodeiam tínhamos que conhecer os dois lados da história: o bom, e o mau!
Referiu também que quando estamos a viver uma fase melhor na vida aparecem sempre aqueles falsos amigos que se fazem passar por grandes pessoas/amigos, contudo, o interesse desses  "amigos", se é que podes chamar assim..., é o dinheiro, é poderem-se aproveitar da nossa boa fase para nos enganar.
Mas quando a dita boa fase acaba, vê-se ou apercebe-se que aquela ideia que tínhamos sobre eles não era a certa. Afinal,  as pessoas acabam sempre por se revelar. Mas também é nessas alturas que damos conta que nem sempre os nossos " melhores amigos " são aquilo que idolatrávamos, e que, embora não falando muito, as pessoas que nos parecem mais distantes são aquelas que nas piores alturas estão lá para nos apoiar. 
Agora pergunto-me, o que leva as pessoas a serem tão intriguistas, mesquinhas, e interesseiras? Acho cada vez mais que as pessoas só olham e se preocupam com o que é seu, e que se estiverem bem o mal dos outros não os afeta.
E esse tipo de coisas mói-me um pouco a cabeça porque não consigo entender o que passa na cabeça dessas pessoas sendo que estamos no século XXI, logo a mentalidade e a forma de pensar deveria estar mais evoluída. As pessoas aproximam-se umas das outras para ficarem bem vistas na sociedade e isso, irrita-me!
Mas, pronto, isto sou eu e as minhas ideias.
Ricardo Antunes (9B)


Segundo Confúcio, “Para conhecerem os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”. Pois eu tenho uma opinião parecida, mas ao mesmo tempo totalmente diferente porque: se os amigos forem amigos, podemos contar com eles para tudo, pois todos os outros não são amigos, mas sim interesseiros. 
Dito isto será que é assim tão difícil diferenciar os amigos verdadeiros? 
A minha resposta a esta pergunta é, sim, é, pois os interesseiros só se aproximam nos bons momentos, só se aproximam pelos bens materiais, só se aproximam quando estão só;…
Amigo é aquele que não nos deixa ficar mal, quando estamos em baixo e nos levanta a moral, fazendo-nos acreditar que é possível sairmos dos maus momentos e quando temos sucesso estão lá e ficam contentes por nós.
Eu, pessoalmente, considero que tenho bons amigos e mais importante que isso verdadeiros, porque quando tenho objetivos que não estou a conseguir realizar dizem-me: “-Não desistas, vais conseguir, e se não conseguires já, consegues mais tarde.” e isso, parecendo que não, levanta-me a moral. 
Luís Silva (9B)

[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

As crónicas do 9ºA e 9ºB (2015/16)

No 9º ano, estivemos a trabalhar a crónica. Desse trabalho foi pedido aos alunos que escrevessem também crónicas. O trabalho foi feito em sala de aula.
Publicamos, de seguida, alguns dos trabalhos.


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Sempre fui assim, nunca prestei atenção a nada, estava sempre lá num canto, parado, no meu mundo.Lembro-me da minha mãe ralhar por eu não ir cumprimentar as visitas.
Na escola, estava sempre distraído, com o lápis ou até com uma mosca que passasse. Sentia que não precisava de ter amigos, e só tinha um e era imaginário. Chamava-se Larry. E assim passava as minhas tardes, a falar "sozinho" para os outros, mas numa conversa incrível com várias brincadeiras com o meu único amigo. Não falava com ninguém, apenas com os meus pais mas mesmo assim não era muito.
Os alunos mais velhos da escola batiam-me e chamavam-me estranho e eu não percebia. E assim foi a maior parte da minha infância e adolescência, até que um dia os meus pais morreram num acidente de carro. Fiquei sem chão, sozinho, e sem sítio para onde ir. Fui viver com os meus avós. Decidi abandonar a escola, tinha quinze anos e não sabia o que estava a fazer. Desde então estou sempre sozinho, num canto, parado, no meu mundo, à espera que alguém venha ralhar comigo.
Daniel Mouta (9B)


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Começava a pensar como seria voar, ser uma super heroína, poder ter todos aqueles poderes, salvar as pessoas e acabava por não ligar nenhuma àquilo que se dizia na sala ou no quintal, estava num mundo só meu…
Só que, por vezes, sentia-me prejudicada, pois até nas aulas em vez de estar a prestar atenção, ou então, mesmo quando me diziam coisas importantes, eu estava no meu mundo e não ouvia nada daquilo que diziam.
Sempre foi assim desde pequenina até hoje…Começo a sonhar alto e é como se não estivesse aqui neste mundo, mas sim num mundo distante, onde posso ser aquilo que eu quero, fazer aquilo que eu quero, não ter ninguém a controlar-me, sem ninguém a dizer-me aquilo que posso ou não fazer. 
É positivo sonhar, pois saímos deste mundo por um bocado e vivemos os nossos sonhos de uma certa maneira, mas, por outro lado, é negativo, pois, por vezes, as pessoas querem falar connosco e acabamos por não prestar atenção e não ouvir.
De dia para dia, noto que os sonhos vão diminuindo, acho que estou cada vez mais crescida e tenho cada vez mais os pés bem assentes na terra.
Carolina Vicente (9B)


Desço as escadas para a garagem, já guardei o cadeado da minha bicicleta na mochila que levo às costas. Vou sair agora de casa, vou para a escola de bicicleta, mas já estou atrasada. Já vou a caminho. Está tudo silencioso, fazendo-me ouvir apenas o barulho das rodas da minha bicicleta que rodam depressa. Não quero chegar a atrasada. Entro na primeira rotunda e viro à direita, já não há silêncio, já não oiço o barulho das minhas rodas, já só oiço o barulho dos carros à minha volta, buzinas de carros de pessoas que estão tão atrasadas como eu.
Não preciso de ficar parada no trânsito, posso passar por entre os carros, estou numa bicicleta, vou para a escola e estou atrasada. Para quê ficar ali à espera? 
Passo à frente de todos e de toda a gente, olham todos para mim com ar de inveja de não poderem fazer isto, têm todos um ar cansado assim, um pouco a dormir em pé, talvez alguns nem tenham dormido! Estou a chegar à escola, nem uma bicicleta, só vi carros, camionetas, camiões e mais carros. Como seria se toda esta gente fosse para o trabalho de bicicleta? Bem, se calhar alguns não podem, porque vivem muito longe do trabalho…
Mas se todos andassem de bicicleta talvez as coisas fossem melhores, e cada vez vejo menos bicicletas. Como será daqui a uns anos? Não sei, não quero imaginar, mas eu não vou deixar de andar de bicicleta, não quero seguir esse exemplo.
Cheguei à escola, parei a minha bicicleta e prendi-a com o cadeado. Olhei para ela orgulhosa, sorri. Virei costas e fui a correr para a aula de português. 

Rita Mesquita (9B)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Desafios ortográficos

Iniciou já a atividade "Desafios ortográficos", desenvolvida no âmbito do Projeto "A Hora das Palavras". Trata-se de uma atividade que tem a sua inspiração no programa matinal da RTP "Bom Português" e que tem sido desenvolvida no Agrupamento desde o ano letivo de 2011/12. 

Equipas de dois alunos circulam pelo espaço da escola, durante o maior intervalo da manhã, com uma ardósia onde está escrita de duas formas (uma correta, outra incorreta) uma palavra. O objetivo é perguntar aos colegas, professores e funcionários com quem se cruzem, sobre qual é a forma ortográfica correta. Esta atividade é dinamizada pelos alunos do sétimo ano da Escola Dr. João das Regras e, neste ano, envolve já duas das turmas: 7ºA e 7ºB. Pretende-se que até ao final do ano letivo, todas as turmas tenham oportunidade de dinamizar. Acrescente-se, ainda,  que a atividade não é obrigatória.

Ao fim do dia, a solução é afixada num placard ao lado da Reprografia. Passarão a ser, também, afixados, nesse placard, os resultados dos inquéritos. Apresentamos, de seguida os resultados das três últimas semanas: